Posted by : Centro de Estudos Bahia sábado, 22 de novembro de 2014





No ultimo dia 20, o Grupamento de Proteção Ambiental foi chamando por causa do surgimento de um amigo bastante  inusitado chamou atenção da comunidade do Bairro das Palmeiras na cidade de Maragogipe-BA, um Tamanduá Mirim,  com a ajuda da comunidade o animal foi capturado e conduzido a sede do ICMBio para o tratamento e devolução ao seu Habitat natural.


Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)
Os tamanduás estão entre os mamíferos mais estranhos da região neotropical, graças principalmente à sua cabeçaalongada, a boca desprovida de dentes e uma língua muito comprida e pegajosa. Existem atualmente quatro espécies de tamanduás: Cyclopes didactylus (tamanduaí), Myrmecophaga tridactyla (tamanduá-brandeira), Tamandua mexicana (tamanduá-do-norte; o único que não ocorre no Brasil) e Tamandua tetradactyla (tamanduá-mirim ou tamanduá-de-colete).
Tamandua tetradactyla é conhecido popularmente como tamanduá-mirim (que significa “tamanduá pequeno” em tupi-guarani), devido ao seu tamanho menor, se comparado ao tamanduá-bandeira. Um indivíduo adulto de Tamandua tetradactyla pesa em torno de sete quilos, apresenta de 45 a 85 cm de comprimento corporal, mais uma cauda com 40 a 65 cm. Os pêlos curtos e densos que recobrem seu corpo têm coloração amarelo pálida com duas faixas enegrecidas que se estedem da região escapular até a porção posterior do animal. Esta coloração faz com que a espécie também seja conhecida como tamanduá-de-colete.
Outra característica interessante do Tamandua tetradactyla são as garras grandes e curvas nos seus membros anteriores. O nome tetradactyla significa “quatro dedos” em grego, uma associação ao número de dedos nas patas dianteiras do animal. Entretanto, nas patas traseiras, a espécie possui cinco dedos, sendo o quinto dedo bem reduzido, com garra pequena e, portanto de difícil visualização.
O tamanduá-mirim ocorre ao longo de quase toda a América do Sul, a leste da Cordilheira dos Andes, da Venezuela ao norte da Argentina e Uruguai. No Brasil, a espécie está presente em praticamente todo o território nacional, ocorrendo nos biomas Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal e Campos Sulinos.Habita desde o interior de florestas ambientes abertos, de altitudes que variam do nível do mar a 1.600 m de elevação.

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